Como tudo começou?

“O toque deveria traduzir a sutileza dos movimentos das ondas e da dança de Iyemonjá , mas da forma acelerada como estava sendo tocado mais parecia um Tsunami” – Baba Diba de Iyemonjá.

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Entrevistas

Ìyá Neli de Ọya Tola, Ìyá Eneida de Òṣàlà e Rosa de Bara (Reino de Ọya e Juremita)

Nossas entrevistadas são Ìyá Neli de Ọya Tola, Ìyá Eneida de Òṣàlà e Rosa de Bará, lideranças do Reino de Ọya e Juremita, em Rio Grande. Integrantes e colaboradoras do projeto ‘ILÙ BÀTÀ – O registro e a memória ancestral da musicalidade nos terreiros do Sul do Brasil’, elas compartilham suas vivências matriarcais, a força da tradição oral, a resistência das mulheres tamboreiras e o compromisso inegociável com a preservação dos fundamentos e da cadência do Batuque no Sul do país.

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Ọgá, Alágbe e Onílù da Comunidade Terreira Ilé Àṣẹ Yemọnja Omí Olódò

Nossos entrevistados são os Ọgá, Alágbe e Onílù do Ilé Àṣẹ Yemọnja Omí Olódò, jovens instrumentistas e guardiões do tambor que formam a nova geração de tocadores da casa. Como parte do projeto ‘ILÙ BÀTÀ – O registro e a memória ancestral da musicalidade nos terreiros do Sul do Brasil’, eles compartilham suas vivências de aprendizado desde a infância, a importância da transmissão oral e do convívio com os mais velhos, e como o tambor pulsa como o coração civilizatório e a identidade da comunidade-terreiro.

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Onílù Pingo Borel de Ògún

Nosso entrevistado é Pingo Borel de Ògún, onílù e educador, cuja trajetória é visceralmente marcada pela convivência e aprendizado ao lado de seu pai, o saudoso Mestre Borel. Como parte do projeto ‘ILÙ BÀTÀ – O registro e a memória ancestral da musicalidade nos terreiros do Sul do Brasil’, Pingo compartilha sua vivência de que o tambor não é apenas um instrumento, mas uma extensão do próprio corpo, refletindo sobre a importância da transmissão oral, o rigor dos fundamentos tradicionais e o papel transformador do tambor na vida e na educação da juventude periférica.

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Bàbálòrìṣà Diba de Yemọnja

Nosso primeiro entrevistado o é Bàbálòrìṣà Diba de Yemọnja, guardião de um axé centenário em Porto Alegre e idealizador do projeto ‘ILÙ BÀTÀ – O registro e a memória ancestral da musicalidade nos terreiros do Sul do Brasil’. Em sua entrevista, Baba Diba compartilha sua trajetória de mais de quatro décadas dedicadas à liderança comunitária, o rigor na preservação das cadências litúrgicas e a urgência de manter vivos os fundamentos, a memória e a união entre os terreiros de Nação do Rio Grande do Sul.

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Bàbálòrìṣà e Ọgá Alágbe Texerinha de Òṣàlà

Nosso entrevistado é Cléber Ribeiro, o Teixeirinha de Òṣàlà, Bàbálòrìṣà, ọgá alágbe e uma das maiores referências do tambor no Rio Grande do Sul, com mais de cinco décadas dedicadas à musicalidade de terreiro. Como parte do projeto ‘ILÙ BÀTÀ – O registro e a memória ancestral da musicalidade nos terreiros do Sul do Brasil’, Teixeirinha compartilha suas memórias de iniciação, o rigor da aprendizagem tradicional com mestres antigos, a importância da cadência litúrgica e seu compromisso inegociável com a preservação dos fundamentos do Batuque gaúcho.

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Ìyálórìṣa Iza de Ògún

Nossa entrevistada é Ìyálórìṣa Iza de Ògún, liderança religiosa e uma das mais tradicionais tamboreiras do Rio Grande do Sul, com mais de cinco décadas dedicadas à musicalidade de terreiro. Como parte do projeto ‘ILÙ BÀTÀ – O registro e a memória ancestral da musicalidade nos terreiros do Sul do Brasil’, Iza compartilha suas vivências e memórias sobre o rigor dos toques, a importância da transmissão oral e o papel fundamental da mulher na condução dos ritos e fundamentos do Batuque.

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